Investimento TIC na Costa da Morte: pasiño a pasiño

February 15th, 2008

Nestes tres primeiros meses do ano estamos a traballar no funcionamento interno da empresa, mellorando o proceso productivo, novos estudos de mercado para novos servizos… e novas tarifas, onde xurde un problema grave para unha empresa coma a nosa sita na Costa da Morte: cunhas rendas tan baixas e o pouco nivel de penetración de internet (ademáis da calidade pésima do servizo na zona) é moi difícil conseguir os investimentos precisos dos clientes para apoiar a súa actividade económica, co risco de ficar desfasadas (e este non é o único condicionante da zona, por suposto).

A solución podería ser rebaixar os prezos ou buscar outros mercados; pero rebaixar os prezos quitaríanos muitos recursos para adicar a outros proxectos económicamente mais importantes para a empresa e buscar outros mercados chocaría coa nosa idea de ser unha empresa implicada na bisbarra.

Existe algunha solución a este problema? nos cremos que si, como en calquer outro problema, mais é preciso unha actitude distinta e plantexar os proxectos cunha referencia temporal mais lonxana.

1- Enténdeo como un investimento a longo prazo

Un proxecto de uns centos de euros non é rentábel se non se pensa nel como o primeiro paso hacia algo máis ambicioso. Velo como un “adianto”, como un pago a prazos.

Unha vez se vexan os beneficios das primeiras accións, non duvidedes de que dar novos pasos vai ser moito máis sinxelo. Máis que un proxecto de execución nunha etapa, trátase de crear unha conta para a empresa.

2- O importante son as persoas

Desde que unha web incorpora algún elemento de relación cós usuarios -e isto comeza nada máis publicas un enderezo de correo de contacto-, o cliente ten que ser consciente de que a súa implicación e *indispensábel*. Crear expectativas de que unha web vai funcionar polo simple feito de estar publicada o único que vai xerar é desconfianza en internet, e en nós como proveedores.

3- A web é un medio e non un fin

A web ten que ter uns obxetivos concretos; se rabuñamos un pouco sempre vamos atopar algún camiño por onde o cliente pode sacar algún beneficio. O primeiro paso é crear confianza na web como medio.

4- Se realista

Unha web non fai maxia: aprende a xerir as expectativas dos teus clientes e plantexa escenarios reais.

Coido que non falamos de nada novo, non si? pero ás veces é tan sinxelo perder a perspectiva que esquecemos, no noso caso, do tremendo potencial que hai na Costa da Morte e outras zonas do pais. Cando se está tan mal, non debemos esquecer que sempre se vai a mellor.

SEO: sequestrados polo método

December 14th, 2007

Por sorte as empresas já sabem da importância que tem ter uma web optimizada para os pesquisadores e que lhes leve visitas às suas páginas. E por sorte para algumas empresas é que para acadar isto temos que evitar tecnologias e técnicas estranhas.

O problema dos SEO é que todo gira ao redor dum algoritmo. Isto pode pode levar a uma visão excessivamente “técnica” do problema, a páginas cheias das palavras clave (achegando-se perigosamente a níveis de spam) e pensadas para o pesquisador e não para as pessoas.

Nos temos evolucionado dum perfil técnico a um mais “humano” (e o problema da física é que sais da faculdade pensando que qualquer coisa se pode descrever com uma formula) e agora desconfiamos mais dos métodos como parte única da solução aos problemas que têm os nossos clientes e nos mesmos.

A verdade é que estamos cansos do ruido da internet, da pouca qualidade da maioria dos conteúdos e das páginas sem vida. Na nossa opinião a melhor técnica SEO é oferecer conteúdos e serviços de qualidade: se a gente pensa que é interessante o que oferecemos, as ligações virão com naturalidade e trarão um tráfego de mais qualidade à nossa web.

Se queres uma mostra disso, instala um sistema de estatísticas na tua web e compara a porcentagem de rebotes (gente que entra numa página para sair imediatamente) para as visitas direitas, as visitas desde outras webs e as visitas desde pesquisadores.

O conteúdo ainda é o rei.

Desenho centrado na instituição

November 30th, 2007

Estes dias estamos a o preparar o curso de usabilidade organizado por Eganet e pesquisando exemplos e contra-exemplos decidimos colher as webs da Junta e a da Generalitat de Catalunha.

Mirando a página principal aparentemente são mui similares: cabeçalho, barra horizontal de navegação, outras duas barras laterais de navegação e o corpo central com conteúdos. Além disso, pouco há mais em comum: só há que ler as noticias da principal para se decatar da diferença:

Junta

Presidente

  • Touriño asegura que Galicia ten “oportunidades e argumentos” para conquistar “unha cota relevante” na industria da imaxe
  • O presidente da Xunta salienta a posta en marcha dun “importante paquete de medidas de impulso á investigación e o desenvolvemento tecnolóxico” dotadas con 9,6 millóns de euros
  • Touriño valora o acordo co Goberno Central para axilizar o traspaso das competencias demandadas polo Consello da Xunta e referendadas polo Parlamento
  • O presidente da Xunta explica que as competencias negociadas polo vicepresidente forman parte da “folla de ruta” aprobada polo Goberno galego
  • Referencia do Consello da Xunta celebrado hoxe en San Caetano
  • A Consellería de Medio Ambiente mantén por segundo día consecutivo o operativo, de 30 persoas, para recuperar os visións fuxidos dunha granxa en Santiago
  • Generalitat

    Generalitat de catalunha, web centrada no cidadão

  • Evitem la sida. Tots junts ho aconseguirem
  • Ampliació dels ajuts a la rehabilitació d’habitatges
  • Sancions a companyies aèries
  • Llei d’educació de Catalunya
  • Agència Catalana de Turisme
  • Participació en els catàlegs de paisatge
  • Institut Català Internacional per la Pau
  • Acords de govern del 27 de novembre de 2007
  • Noves línies de negoci per als agricultors
  • A Generalitat está orientada ao cidadadão e a Junta ao político. E isto não é um problema da empresa concessionária, se não dos que mandam e como entendem a administração electrónica e a sociedade da informação. Temos avançado na imagem mais o fundo, às vezes, deixa-nos uma sensação demasiado conhecida.

    Interfaces naturais

    November 23rd, 2007

    O desenho de interacção já não é o que era: temos que ser constantemente críticos cos princípios que serviam há uns anos pêro que chegado um ponto podem mostrar sintomas de esgotamento.

    Estes princípios baseiam-se na experiência e em exemplos e contra-exemplos de boas interfaces e daquelas que apresentaram problemas; não se tratava de leis imutáveis da natureza.

    Southwest modelo metafora não valida

    Para o desenho de interfazes um dos princípios mais enriquecedores era esquecer o mundo físico para rachar barreiras e aproveitar todo o potencial dos bits: reproduzir o mundo real polo geral não criava boas experiências de uso.

    Segue a ser valido esta ideia? O iPhone e o iPod Touch podem ilustrar esta mudança de paradigma: agora, com uma tecnologia com maior capacidade de processo, estes aparelhos tentam reproduzir o mundo físico, como jeito de “navegar” entre velhos LPs, passando com os dedos as capas dos álbuns.

    ipod touch interfaz para navegar por albuns

    Mais o que de verdade me tem surpreendido destes novos intentos para emular ao mundo físico é o novo despertador de Philips, que utiliza luz, e não som, para nos despertarem. É como ter um sol na habitação.

    Despertador com luz de Philips

    Mas, não seria mais singelo durmir sem cortinas?

    “Vivamos como galegos” e um pouco máis

    November 16th, 2007

    A campanha de Gadis “Vivamos como galegos” teve mui boa acolhida e na rede multiplicam-se as suas referencias. Nós, que estamos contentes porque se utilizaram valores galegos para a promoção comercial, ficamos coa impressão de que poderia-se ter feito algo mais.

    Muitas vezes os microsites promocionais não aproveitam as possibilidades do meio. E não nos referimos a questões de interactividade e desenho, se não á capacidade para utilizar as webs tanto para medir a eficácia das campanhas nos meios tradicionais como para recolher dados demográficos.

    Os dois pontos são de sumo interesse para as empresas; o primeiro porque permite ter uma visão mais completa do resultado das campanhas definindo partes da web como pontos finais aos que o consumidor chega uma vez visto ou lidos os anúncios no jornal, radio ou televisão.

    O segundo ponto, no que não abonda ter um formulário com 20 campos, serve para ir criando uma base de dados. Com isto podemos conhecer melhor os perfis demográficos do nosso público ou desenhar campanhas de marketing por correio electrónico cum ‘target’ mais definido. No caso de de “Vivamos como galegos” apenas recolhem nome, correio e comentários, não importa se chega à web um estudante universitário, uma ama de casa ou um profissional solteiro. Necessidades distintas para perfis distintos misturados numa mesma caixa.

    Ainda que não podemos esquecer que ao final o importante são esses valores emocionais e intangíveis que identificam o produto ou serviço oferecido com o seu publico.

    Como contratar unha web de calidade

    November 11th, 2007

    Esta guía está baseada na charla ofrecida por Daniel Cerqueiro, xerente de Galinus, nas II Xornadas de Turismo e Tecnoloxías da Información.

    Podes utilizar esta lista como unha referencia para ir comprobando aspectos importantes para ter en conta á hora de contratar unha web. É libre para a utilizar, redistribuir e modificar segundo os límites da licenza Creative Commons “Recoñecemento-Compartir Igual 2.5″.

    1 Sabemos cal é o noso público? temos estudos de mercado?

    Nós podemos coñecer perfectamente cal é o publico ao que nos queremos dirixir, pero iso non implica que a empresa concesionaria si.

    Escolma toda a información ao respecto que teñas e organízaa para a presentaren á empresa. Se non hai tal información é un bo momento para comenzar a traballar nela, pero sempre traballando con axilidade; lembra: algo sempre é mellor que nada.

    2 Cal é o noso obxetivo?

    Alén de “ter a nosa propia web”, pensa en obxetivos concretos, como potenciar as reservas de habitacións pola rede, reforzar a campaña de marketing de radio, prensa e televisión, mellorar a atención ao público cunha web de axude e resolver os problemas mais comúns, etc.

    Ao mesmo que pasa co ponto 1.1, canto mais claro deixemos á empresa o que queremos, mais garantias haberá de que resolvan o problema.

    Organiza unha xuntanza na tua empresa ou institución para plantexar os obxectivos concretos que pretendedes acadar.

    3 A empresa está disposta a un desenvolvemento iterativo?

    Neste ponto queremos asegurar que haberá unha comunicación fluida durante o desenvolvemente. A empresa débenos proporcionar mostras concretas do traballo durante o proceso coas que poder discutir, amendar e mellorar a web final.

    Inventorio de contidos e funcións, mapa do sitio, deseños visuais e prototipos web son algúns dos documentos desexables aos que ter acceso.

    4 A empresa entende e comprométese a ter en conta a optimización para buscadores?

    Asegurate de que a web vai ter URLs e código XHMTL optimizado para buscadores e que non se van utilizar tecnoloxías como Flash mais que para o estrictamente necesario. Esixe documentación nas accións que se van tomar neste sentido.

    5 A empresa vai dar de alta a nosa web en directorios?

    Relacionado co ponto anterior, este servizo é importante para atraer tráfico á nosa web. Se a empresa o ofrece, solicita un listado dos directorios xenericos nos que pensa dar de alta e, o que é ainda mais importante, dos directorios sectoriais de turismo. Este listado de directorios sectoriais será para nos, ademáis, unha proba do traballo no estudo do mercado e da competencia que teña feito a empresa.

    6 Ofrécense servizos de marketing online?

    Ademáis da web a empresa pode organizar campañas de publicidade online para atraer tráfico. Neste caso cada posibilidade debería vir especificada con como se mediría a eficacia destas accións (calcular o gasto publicitario por cada venda feita, por exemplo).

    6 Se a web vai conter información actualizada, poderemos nos mesmos actualizala?

    É dicir, cómpre ter claro se a web vai ter un xestor de contidos cos que cun navegador, un nome de usuario e unha clave poderemos modificar e engadir información á web.

    Se é así, averigua se o xestor de contidos vai poder ser utilizado por varias persoa e se vai ser sinxelo de utilizar (os cursos de formación longos e a asistencia técnica poden disparar o orzamento).

    7 A empresa ofrece formación e documentación?

    Se imos utilizar un xestor de contidos debemos adicar parte dos recursos a formar á xente que o vai utilizar.

    Tamén debemos saber se van ofrecernos documentación de axuda e en que formato (unha axuda online de acceso restringido, por exemplo).

    8 Nos cursos de formación inclúese ademais a creación de contidos para a web?

    A web resultante gañara en calidade se os que xestionan os seus contidos saben como escribir cun estilo axeitado para a web, engadindo ligazóns, fotografias, vídeos, etc. Moitas webs, pese a terem xestor de contidos, estragánse ao utilizar directamente documentos pensados para medios impresos.

    9 Unha vez posta en marcha a web, poderemos acceder ás estatísticas de uso?

    A empresa debería ofrecer un listado de relatorios aos que poderemos ter acceso. Tipicamente son:

    • Visitantes únicos.
    • Visitas totales.
    • Páxinas vistas.
    • Tempo medio na web.
    • Desde que outras páxinas chegan as nosas visitas.
    • Con que palabras chegan os usuarios desde os buscadores.
    • Se temos campañas online poderemos saber canta xente chega a través destas campañas. É posible, incluso, coordinar os métodos tradicionais de marketing coas estatísticas web.

      10 A empresa ofrecenos un relatorio de uso tras un tempo en funcionamento da web?

      Aínda que as cifras e relatorios básicos adoitan ser sinxelos para calquera persoa, hai datos que son mais difíciles de manexar. Un relatorio de uso pasado un tempo pode fazer aforrarnos moito tempo e darnos unha excelente perspectiva do funcionamento da web.

      Desconfía, polo xeral, dos relatorios demasiado entusiastas: a web vai ter pontos conflictivos que só han verse co uso e que é preciso identificar.

      11 A web vai cumprir a Lei de Protección de Datos?

      Se utilizamos a web para recoller datos de carácter persoal, debemos asegurarnos de que cumplimos a lei. Encárgase a empresa disto?

      Referencia na wikipedia da Lei Orgánica de Protección de Datos de Carácter Persoal.

      12 Vanse utilizar estándares web?

      Esixe que a web sexa criada con XHTML e CSS. Abarata custes de desenvolvemento e mantemento e funcionarán correctamente nun maior número de ordenadores.

      Ademáis unha web para ser visualmente atractiva non ten que recurrir a tecnoloxías non estándar.

      13 Vanse utilizar solucións de software libre?

      No caso de ofreceren solucións de pago, a empresa debe xustificar ese investimento, xa que son poucas as ocasións onde non haxa unha solución en software libre igual de fiable e potente que unha de pago.

      14 Temos que aloxar a web nun servidor propio ou nos solucina a empresa este aspecto?

      Se estamos forzados a utilizar un servidor propio será preciso que lle facilitemos unha descripción á empresa así como políticas de uso que marque o departamento de sistemas.

      15 A web vai ofrecer servizos que inciten aos usuarios a compartir os contidos?

      Un bo xeito de potenciar a nosa presencia en internet é facilitar a redistribución de contidos da nosa web, utilizando servizos como Chuza, Meneame ou doMelhor, utilizar ficheiros RSS, servizos de favoritos como del.icio.us, etc.

      16 Terá en conta a empresa a usabilidade da web?

      Unha web fácil de utilizar para os usuarios influirá na percepción que teñan dos nosos productos e servizos.

      E, como contrariamente tende a venderse, a usabilidade non é incompatible con deseños visuais espectaculares.

      17 Cal é o grao de accesibilidade que vai cumplir a web?

      Non esquezamos que se somos unha web dunha institución pública, debemos cumprir co nivel AA de accesibilidade segundo dicta a Lei de Servizos da Sociedade da Información e do Comercio Electrónico.

      Na TAW poderás comprobar os errors de accesibilidade da tua web:

      E aínda que non sexamos unha institución pública, unha web accesible ampliará o noso mercado, terá mais relevancia para os buscadores, tenderá a ser mais usable e cumprirá co dereito cidadá de acceso universal á información online.

    Nova web de Nut Teatro

    October 15th, 2007

    Sempre é un pracer rematar un traballo, e poder presentar publicamente os frutos do esforzo realizado. E máis cando se trata dun proxecto cultural e innovador, do que tanta falta fan na nosa terra galega.

    Web de Nut Teatro

    A web que presentamos é a de Nut Teatro, unha compañía teatral galega fundada en maio de 2006 e que aposta por un teatro galego e contemporáneo.

    A páxina quere acercar á compañía aos seus espectadores, informándolles dos principais contidos que máis lles poden interesar:

    Toda esta información complétase coa Bitácora de Nut, onde os propios membros da compañía van a ir contando os feitos fundamentais do seu día a día. Esperamos que esta canle permita un verdadeiro diálogo cos seus espectadores.

    Un dos principais retos cando asumimos este traballo foi adaptar o estilo visual que esta compañía desprega nos escenarios ao formato web. E cremos que o traballo desenrolado por Marga Castro (deseñadora visual de Galinus) conseguiu en grande medida ese propósito. Os propios membros da compañía recoñecen na web as señas principais da súa estética.

    Oxalá que esta web axude a consolidar este interesante proxecto empresarial e cultural.

    Reforma da web de La Voz de Galicia

    July 25th, 2007

    Hoxe, día da Patria Galega, La Voz de Galicia presentou o esperado redeseño da súa web.

    O primeiro que destaca é que segue as directrices básicas que marcaron as últimas reformas de diarios dixitais, desde elpais.com ata o recente redeseño de Vieiros.

    Podemos enumerar algún deses cambios:

    • Un deseño de páxina máis limpo, con máis espazo en branco e menos elementos que “distraian” a atención.
    • Eliminación dos menús e todos os elementos da columna esquerda, deixando só un menú superior de dous niveis. Desta maneira utilízase todo o ancho da pantalla para mostrar as novas.
    • O ancho cambio de estar optimizada para pantallas de 800 px a pantallas que soportan 1024 px, aumentando sensiblemente o espazo útil.

    Nun primeiro análise, atopamos aspectos relacionados coa usabilidade e a optimización para buscadores dos contidos que poderían ser mellorados. Supoñemos que pouco a pouco optimizaranse estas cuestións:

    Títulos sen o titular da nova

    Os títulos das páxinas con novas non inclúen o titular da propia nova. Comparamos como o fai La Voz con outros dous diarios dixitais de referencia.

    La Voz de Galicia

    Vieiros

    El Mundo

    La Voz de Galicia é a única que non ten o titular incluído no título. As solucións de Vieiros e El Mundo son bastante semellantes, aínda que se temos elexir quedámonos coa solución de El Mundo xa que o máis concreto e importante (o titular da nova) é o que primeiro aparece.

    Actualización do 1 de agosto: Esta deficiencia do título xa foi correxida. Ao día de onte (non podo asegurar se foi antes) todas as novas de La Voz de Galicia tiñan o titular dentro do título de páxina. Eso si, non sabemos se tivo que ver o noso comentario ;) .

    Urls sen carga semántica

    Outra práctica que mellora a experiencia dos usuarios e a optimización dos contidos para os buscadores é introducir o titular na url. Volvemos a comparar a solución da Voz coa doutros xornais dixitais.

    La Voz de Galicia

    Vieiros

    El País

    A diferencia de La Voz de Galicia, tanto en Vieiros como en El País as urls conteñen os termos fundamentais da nova. Eso si, cremos que a solución de Vieiros é máis limpa e efectiva.

    Aínda hai moitos cambios que analizar, como os elementos de participación dos lectores, pero eso será en seguintes entradas que aquí publicaremos.

    Entradas relacionadas

    Que Pasa Na Costa: Un xornal para a Costa da Morte

    July 9th, 2007

    Galinus é unha empresa que vive e traballa desde a Costa da Morte. Aínda que os nosos clientes non se restrinxen a esta bisbarra, e incluso temos máis fóra que aquí, o noso compromiso co desenvolvemento desta zona é total.

    Que Pasa Na Costa: Novas da Costa da Morte

    Os beneficios que traen as tecnoloxías da comunicación son moito máis importantes para as zonas que se atopan lonxe dos centros de poder. A Costa da Morte xa non é que esté lonxe de Madrid ou Lisboa, é que está lonxe de Santiago de Compostela. E esa distancia non se mide tanto en kms coma en infraestructuras e o que é máis importante, en atención aos problemas que aquí ocorren.

    Desde que vivimos aquí démonos conta dese aillamento, e de que a Costa da Morte e os seus problemas apenas se fan escoitar máis alá da nosa bisbarra e incluso do povo en cuestión.

    Nos últimos tempos, Radio Nordés, a emisora da Costa da Morte da Cadena Ser, fixo moito pola vertebración da bisbarra, facendo que os problemas de uns povos se escoitasen polos veciños dese e doutros povos e con elo a xente comenzase a ter unha certa conciencia de bisbarra.

    Pero esa laboura encomiable non é completa dende o punto e hora que non se pode escoitar desde fóra da bisbarra.

    Que Pasa Na Costa é un diario dixital que nace coa intención de que a voz da Costa da Morte se escoite aquí pero tamén fora da bisbarra. Galinus encargarase de toda a parte técnica e participaremos na redacción das novas en colaboración co creador e redactor xefe de Diario Camarinan.

    Esperamos que este diario vai axudar moito a que as persoas destas terras vexan as vantaxes das tecnoloxías da comunicación. Semella moito máis sinxelo que un veciño da parroquia de Carnés, por exemplo, se acerque a ler un diario na rede se este ten unha crónica con fotos da festa da súa parroquia.

    Este verano xa estamos publicando información de interese sobre a Costa da Morte, dando unha especial cobertura as festas. Eso si, imos a estar no que agora chámase Fase Beta durante un tempiño, correxindo erros e mellorando moitas cousas, polo que esperamos que nos disculpen se a experiencia dalgún visitante ten algunha traba.

    Para calqueira que teña interese en escribir sobre a Costa da Morte, ou queira facer algunha suxerencia, contarnos algunha nova ou información, aquí lle deixamos o correo de contacto: info[arroba]quepasanacosta.com.

    Comunicación Corporativa y Relaciones Públicas On-Line

    July 2nd, 2007

    Uno de las cuestiones en las que más trabajamos en Galinus es en la formación y sensibilización de las empresas españolas en el buen uso de internet y las tecnologías de la comunicación (TICS).

    Todo el mundo parece tener muy claro que estas herramientas pueden mejorar mucho la competitividad y productividad del tejido empresarial español, pero muchas veces las medidas tomadas para ello carecen de valor práctico.

    Manual de Marketing, Internet y Empresa

    En este caso nos encontramos con que una institución nacional, ANEI (Asociación Nacional de Empresas de Internet) junto a la Comunidad de Madrid, edita un documento que puede ser de utilidad real para el empresariado: Marketing, Internet y Empresa (PDF, 2.3 Mb).

    Este documento es un Manual de introducción al marketing y la publicidad online para empresarios. Su distribución pretende mejorar el uso que las PIMES españolas hacen de las TICS.

    Los capítulos han sido desarrollados por empresas miembros de alguna de las asociaciones pertenecientes a ANEI. Galinus, miembro de EGANET, ha participado en este Manual creando uno de los capítulos: Comunicación Corporativa y Relaciones Públicas Online (PDF, 520 Kb).

    Partiendo de un caso práctico, de como Apple utilizó el poder de la blogosfera para presionar a las empresas del sector musical y relajar las restricciones que había para la descarga de música, explicamos como se debe usar la propia web para comunicarse eficientemente con los clientes y el resto de la sociedad.

    Enlaces relacionados: