Arquitectura da Informação e Usabilidade na Reforma de Vieiros (II): base teórica
Seguimos adiante explicando o nosso trabalho na reforma de Vieiros. A semana passada falamos das necessidades e problemas do velho Vieiros.
Para começar a trabalhar tinhamos nas nossas mãos comportamentos aceitados na comunidade dos desenhadores de interacção que serviram como base de partida, junto com os desenhos de outros jornais. Os principais foram:
Os utilizadores são caçadores de informação e a sua pressa favorita são as ligações
A teoría do rastreio de informação diz que um utilizador não tem problema em fazer clic numa ligação se intui que se achega mais à informação que precisa. Isto, no caso dos jornais electrónicos, permite ter uma página principal com muitas ligações coa que os leitores não têm dificuldade em localizar as notícias do seu interesse.
Os resultados do estudo Eyetrack III corroboram o poder de atracção das ligações: podem estar em distintos lugares da página que sempre hão ser o ponto de atenção duma web.
Os utilizadores não lêem, escaneam a web.
Isto chocava có desenho anterior, com muito texto na página principal e tipos de letra muito similares. No novo desenho era preciso facilitar que a olhada percorre-se a web identificando os distintos blocos de informação dum jeito singelo e rápido e fazer das ligações anzois para colher a atenção do leitor.
Cegueira aos banners
Este era um aspecto mui importante, já que o velho Vieiros tinha todos os banners alinhados na coluna exterior direita: assim para os utilizadores é mais singelo esquecer que os banners estão aí porque nunca se misturam com o conteúdo. E em na publicidade on-line, onde cada dia é mais importante o pay-per-click, se não há clicks, não há publicidade. A publicidade é uma fonte de financiamento fundamental é havia que trabalhar em um jeito mais efectivo de utiliza-la na web.
Cegueira á navegação
Os utilizadores apenas fazem clic nos menus de navegação e movem-se pelas web a traves de ligações do conteúdo principal.
Isto permitiria limpar o desenho deixando uma navegação principal mínima, ter páginas com menos tensão visual e melhor contextualizadas.
Esta informação explicava perfeitamente as soluções desenhadas por jornais como O Pais ou o New York Times. Estava claro que havia que caminhar nessa direcção. Mais a próxima semana.


March 23rd, 2007 at 1:06 am
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April 10th, 2007 at 8:21 pm
Si, efectivamente, camiñastes na dirección de El País. Agora Vieiros semella irmán xémeo da cabeceira de PRISA ;-D
En canto aos demais análises coido que estiveron ben feitos. Mágoa que o resultado pecase de importantes defectos e sacrificio de utilizabilidade.
April 10th, 2007 at 8:24 pm
um jeito mais efectivo de utiliza-la na web.
Coido que o correcto sería… de utiliza-la no site., xa que falamos “português da Galiza” e non castelán ;-D
April 11th, 2007 at 6:42 pm
Deste post e das páxinas ligadas saquei interesantes reflexións, que me fan ver certos proxectos web meus con outros ollos. Por exemplo en http://www.fillos.org coido que acertamos na dirección que levamos os trocos cara ao que demos en chamar “fillos 3.0″, xa que reducimos todo o posible a navegación para non complicar aos nosos usuarios. De todos xeitos, quizáis ache en falta unha certa reflexión de segundo nivel sobre o tipo de web en relación ao comportamento do usuario, xa que todos os anotamentos feitos polos gurús refírense ao típico web ao que chegas vía buscador intrusivo, aterras nunha páxina interna e podes deixala nun instante… E iso é moi distinto a un portal tipo Fillos.org ou a un xornal dixital coma Vieiros, onde a maioría do público é fiel e ten outras rutinas de emprego das páxinas.
June 19th, 2007 at 12:40 pm
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July 25th, 2007 at 8:41 pm
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